A doença do refluxo trata-se de retorno de conteúdo (suco gástrico) do estômago para o esôfago (refluxo).
O esôfago é um canal é um canal que liga a boca ao estômago, ainda forma também uma espécie de “válvula” que impede que o conteúdo do estômago volte à boca. Quando ocorre uma alteração no esôfago que faz com que ele eleve-se 2-3 cm, o estômago é elevado prejudicando a válvula do esfíncter. Os pacientes de refluxo sentem geralmente azia, que pode chegar a ser tão forte a ser confundida como uma dor no peito e até uma falsa impressão de infarto. Pode ocorrer salivação excessiva, desconforto na garganta, sensação de amargor e percepção de retorno do conteúdo estomacal à boca (náuseas ou vômito). Os bebês nos primeiros meses de vida, também podem sofrer de refluxo, levando-os ao retorno das mamadas.
O estômago produz cerca de três litros de suco gástrico por dia.
Alterações gástricas ocorrem pelas bactérias Helicobacter pilory e é reconhecida como um agente causador da gastrite crônico, úlcera péptica gástrica e duodenal. O contato com essa bactéria se dá principalmente através de alimentos contaminados pela mesma.
Vários estudos têm evidenciado que a cavidade bucal atua como um reservatório desta bactéria, favorecendo uma retroalimentação da mesma no trato gástrico. A presença desta bactéria na placa dental é de 38% dos pacientes examinados.
A saúde do coração começa pela boca...
As doenças cardiovasculares afetam milhões de brasileiros e é a segunda causa de mortes no país.
40% dos pacientes atendidos em diversos Institutos do Coração, com endocardite bacteriana, apresentam má higiene bucal. Pessoas com doença periodontal são duas vezes mais susceptíveis a doenças cardíacas do que aquelas com gengivas saudáveis.
Durante o tratamento gengival, as bactérias causadoras de doenças periodontais podem alcançar a corrente sanguínea e colocar o paciente em risco.